Escrevi mil sonetos ritmados ao som da pulsação inconstante
Do meu peito.
Poesias de amor, dedicadas ao meu bem querer.
Hoje, bem queria queimá-las
Aspirá-las junto à fumaça do meu cigarro.
Fazer delas o meu cigarro.
Mas nem pra fumaça você presta.
Você não tem métrica
Não cabe em nenhum soneto
E ainda deixa minha rima pobre.
"Mas nem pra fumaça você presta.
ResponderExcluirVocê não tem métrica
Não cabe em nenhum soneto
E ainda deixa minha rima pobre."
Pra quem não sabe, tá tudo aqui.