Com a água do banho ainda – morna - no corpo
Com o corpo liquefazendo meus desejos junto dela,
E os pingos surgidos contornando peitos e pele
Eu deitara na cama pra te escutar.
Mas, como diria Noel,
- Meu Deus do Céu, que palpite infeliz!
Tão infeliz em cada palavra dita quanto nas que não sabes dizer,
Juntou verbos incabíveis com adjetivos que não me pertencem.
E eu levantara da cama surda de ti.
Preferi ouvir a chuva lá fora – serenamente verão;
Se misturando com as gotas daqui de dentro.
Elas, por certo, me conhecem melhor que você.
Belíssimo! Sincero!
ResponderExcluirSaber se é belo por ser sincero, ou se é sincero por ser belo... essa é a questão.