sábado, 27 de agosto de 2011

Insânia

Para o seu governo, é ela quem me governa.




Bem dentro da minha cabeça mora uma moça 
Pelo vidro dos meus olhos, ela espia e se inquieta
Corre, blasfema e grita no céu da boca que já não mais sorri
Inútil tentar abafar seus clamores:
Ela  é um pequeno demônio louco
Escapa pelos sete buracos da minha cabeça pendida
E ri como se o sorriso não custasse nada.









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